3 min | 23/07/2025 | Matéria
A escassez de mão de obra operacional e especializada é uma realidade que desafia o setor da construção civil em todo o país. Profissões como operador de máquinas, topógrafo e greidista vêm enfrentando um desinteresse crescente das novas gerações, o que tem exigido das empresas novas estratégias para manter a produtividade e a qualidade das entregas.
Segundo Caio Simões, especialista da SITECH, já não se encontra um bom número de operadores como antigamente. Os mais jovens não têm demonstrado interesse em carreiras de operador de máquinas pesadas, então não há renovação. É uma área de atuação que está ocupada majoritariamente pelos profissionais mais antigos.
Diante desse cenário, a tecnologia embarcada tem se apresentado como uma resposta inteligente, ágil e eficiente. Com o uso do controle de máquinas 3D, é possível não apenas manter a produtividade das obras, mas também estimular o interesse de novos perfis profissionais.
Tradicionalmente, uma operação de motoniveladora envolvia pelo menos cinco profissionais: um operador, três greidistas e uma equipe de topografia. Com a tecnologia 3D da SITECH, esse número pode ser reduzido drasticamente.
“O operador passa a ter acesso a todas as informações da obra diretamente na máquina, pois o projeto está embarcado no sistema. Com base nesses dados, ele sabe em tempo real onde deve cortar ou aterrar, seguindo com precisão as cotas definidas no projeto — tudo isso sem a necessidade de greidista ou equipe de topografia dedicada. Isso é possível graças à correção RTK aliada ao sistema de nivelamento automático”, explica Caio Simões.
Além da otimização do time, a tecnologia também contribui para evitar retrabalhos e desperdícios, especialmente de combustível — um dos grandes vilões nos custos das obras.
A SITECH atua como parceira das construtoras, oferecendo um processo completo: desde o mapeamento do parque de máquinas, passando por treinamentos de equipe, até a instalação e integração dos sistemas.
O objetivo? Dar autonomia total ao cliente. Como destaca Caio, a ideia não é que a empresa fique dependente da SITECH, mas que ganhe conhecimento e autossuficiência para operar, revisar projetos e manter sua produtividade com qualidade.
Mesmo máquinas antigas podem ser transformadas com a tecnologia 3D. Os dispositivos já foram instalados em máquinas com mais de 25 anos de uso. Desde que bem conservados, elas entregam o mesmo desempenho que uma máquina nova.
A empresa Alex André Terraplenagem, cliente da SITECH, viveu na pele a dificuldade de contratar profissionais como greidistas e topógrafos. “Eles não estavam conseguindo contratar, mas não pararam suas obras. Com a tecnologia 3D, supriram essa falta de mão de obra e ainda aumentaram a eficiência”, relata Caio.
Hoje, a empresa já opera com tecnologia personalizada, sem necessidade de formar novas equipes para tarefas que agora são executadas com precisão diretamente pelas máquinas.
A chegada de tecnologias como a da SITECH também ajuda a reverter o desinteresse das novas gerações por funções operacionais. Ao embarcar inteligência, desperta-se o interesse. Segundo observa Caio, o jovem deixa de ser só um operador e passa a usar uma ferramenta de alta tecnologia que valoriza o currículo e pode abrir portas em grandes empresas.
Com soluções modulares, treinamento e suporte técnico especializado, a SITECH se posiciona como aliada estratégica das empresas que buscam produtividade, eficiência e modernização, mesmo em meio a um cenário desafiador.
“Não é sobre substituir pessoas, mas sobre garantir que as obras não parem por falta delas.” — Caio, SITECH
Acesse o site https://www.sitechbr.com.br/ e descubra como a SITECH e a tecnologia 3D pode alavancar a sua operação.