3 min | 21/09/2026 | Matéria
Um alarme acionado e limalhas metálicas visíveis no óleo. O que fazer quando o coração da sua operação offshore dá sinais de falha? Neste estudo de caso real, mostramos como a Predic resolveu esse desafio.
Em um turbogerador GE LM2500 operando em ambiente offshore, a contaminação do óleo sintético não é um detalhe contornável. É uma ameaça direta à disponibilidade do equipamento.
Durante uma inspeção após o acionamento do chip detector, o diagnóstico foi claro: presença de particulado sólido acelerando o desgaste.
Na condição inicial, o equipamento operava com um nível de contaminação altíssimo, marcando ISO 4406 de 22/20/13.
Nesse cenário crítico, os componentes do sistema de lubrificação já estavam sujeitos a uma redução de vida útil da ordem de 2,3 vezes.
Para reverter o quadro e evitar a degradação severa do ativo, implementamos o Sistema Móvel de Filtragem Offline CJC® HDU 15/25.
A estratégia de descontaminação foi executada de forma intensiva ao longo de 96 horas ininterruptas.
Nas primeiras 48 horas, atuamos com a turbina completamente desligada.
Nas 48 horas seguintes, a filtragem ocorreu com a turbina em plena operação, lidando com dinâmicas reais de carga e abastecimento.
Os dados validados após as 96 horas de intervenção provam a eficiência da filtragem de profundidade:
A redução radical da contaminação do óleo afetou positivamente a linha de custos da operação do nosso cliente.
Com a turbina operando nesse novo padrão de pureza fluídica, garantimos uma queda drástica no desgaste abrasivo de peças e componentes.
O resultado mais impactante dessa parceria? Um aumento estimado de 1,5 vezes na vida útil remanescente dos componentes da turbina e do próprio lubrificante.
Isso se traduz em menos paradas não programadas e em uma redução significativa no OPEX direcionado à substituição de filtros e peças.
Elevar os padrões de limpeza do óleo com filtragem offline não é apenas uma rotina de manutenção, é inteligência em gestão de ativos para proteger a confiabilidade e rentabilidade da planta.
Na sua operação atual, como vocês lidam com picos de contaminação em sistemas críticos: já contam com parceiros especializados em filtragem offline ou ainda dependem exclusivamente de paradas preventivas? Deixe sua visão nos comentários.